Investigação de R$ 400 milhões em fraudes no Banco Master e no INSS conecta indicações políticas do presidente do Senado
A concentração de dois inquéritos sob a relatoria do ministro André Mendonça, no Supremo Tribunal Federal (STF), intensifica a pressão política sobre o presidente do Senado, Davi Alcolumbre.
As investigações buscam conexões entre fraudes no Banco Master e irregularidades em descontos associativos do INSS, atingindo diretamente aliados próximos do senador.
Na Operação Zona Cinzenta, a Polícia Federal apura um investimento de R$ 400 milhões do Instituto de Previdência do Amapá em letras financeiras do Master, realizado sem documentação técnica por gestores indicados por Alcolumbre, como o ex-diretor-presidente Jocildo Lemos.
Paralelamente, a Operação Sem Desconto investiga o repasse de R$ 3 milhões de um lobista para Paulo Boudens, ex-chefe de gabinete do senador, embora a CPMI do INSS tenha rejeitado a quebra de seus sigilos recentemente.
O cenário é agravado pelo histórico de atrito entre o relator e o parlamentar, uma vez que Alcolumbre retardou a sabatina de Mendonça ao STF por 142 dias em 2021, o maior prazo da história recente, criando um pano de fundo de tensão entre o magistrado e o comando do Legislativo.
Deseja que eu analise as possíveis implicações jurídicas caso a Polícia Federal comprove a conexão entre essas duas operações?
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Fonte: Bnamazonas



