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Sóstenes Cavalcante revela origem de R$ 430 mil encontrados em hotel

O deputado e líder do PL na Câmara dos deputados, Sóstenes Cavalcante (PL-RJ), se manifestou, nesta sexta-feira (19/12), após ser alvo de busca e apreensão da Operação Galho Fraco e disse que os quase meio milhão de reais apreendidos em sua casa se devem à venda de um imóvel em Minas Gerais. A operação da qual o parlamentar foi alvo investiga o desvio de recursos públicos oriundos de cotas parlamentares. Veja vídeo e fotos da operação:

 

Sóstenes Cavalcante revela origem de R$ 430 mil encontrados em hotel - destaque galeria
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Dinheiro apreendido pela Polícia Federal

Dinheiro apreendido pela PF
Polícia Federal (PF) deflagou nesta sexta operação Galho Fraco
Dinheiro apreendido na Operação Galho Fraco

Na operação, a Polícia Federal (PF) apreendeu cerca de R$ 430 mil, em espécie, em um flat alugado pelo deputado, na área central de Brasília (DF). De acordo com o parlamentar, o valor de R$ 430 mil encontrado em seu quarto de hotel é recurso lícito e resultado da venda de um imóvel.

“Aprendam uma coisa: dinheiro de corrupção não aparece lacrado, identificado e recolhido oficialmente na sua residência. Quem quer viver de corrupção, bota em outro lugar. Vendi um imóvel, o imóvel me foi pago com dinheiro lícito, está lacrado, tem a origem, então não tenho nada a temer”, ressaltou.

Segundo Sóstenes, o imóvel foi adquirido por ele depois das eleições de 2022 e o vendeu recentemente, recebendo o dinheiro do comprador em espécie. Questionado sobre quem comprou o imóvel, o deputado não informou sua identidade, nem em qual cidade mineira o imóvel está localizado.

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O líder do PL na Câmara dos Deputados, deputado Sóstenes Cavalcante (PL-RJ), concede, nesta sexta-feira, coletiva de imprensa no Salão Verde da Câmara dos Deputados

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O líder do PL na Câmara dos Deputados, deputado Sóstenes Cavalcante (PL-RJ), concede, nesta sexta-feira, coletiva de imprensa no Salão Verde da Câmara dos Deputados
O líder do PL na Câmara dos Deputados, deputado Sóstenes Cavalcante (PL-RJ), concede, nesta sexta-feira, coletiva de imprensa no Salão Verde da Câmara dos Deputados
O líder do PL na Câmara dos Deputados, deputado Sóstenes Cavalcante (PL-RJ), concede, nesta sexta-feira, coletiva de imprensa no Salão Verde da Câmara dos Deputados

Ainda de acordo com o líder do PL, o dinheiro foi recebido por ele recentemente e ele ainda não teve tempo de realizar seu depósito em um banco por causa da “correria” do dia a dia. Mas disse que o imóvel está declarado no imposto de renda.

“Eu recebi recentemente o dinheiro, e com essa correria de trabalho e etc e tal, eu acabei não fazendo depósito, mas faria. Inclusive, parte dele, eu tenho pensado em fazer outros negócios. Acabei não fazendo depósito”, afirmou.

Além do líder do PL, o deputado federal Carlos Jordy (PL-RJ) também foi alvo da operação.

Operação Galho Fraco

A Polícia Federal (PF) deflagrou, nesta sexta-feira (19/12), a Operação Galho Fraco, que tem como objetivo aprofundar as investigações sobre o desvio de recursos públicos oriundos de cotas parlamentares. Os alvos de busca e apreensão são os deputados federais Sóstenes Cavalcante e Carlos Jordy (PL-RJ).

A PF cumpriu sete mandados de busca e apreensão expedidos pelo Supremo Tribunal Federal (STF) no Distrito Federal e no Rio de Janeiro.

Os parlamentares do PL tiveram os celulares apreendidos durante a operação. Também foi apreendida grande quantidade de dinheiro em espécie, sendo R$ 400 mil com Sóstenes.

A ação da PF é desdobramento de uma operação deflagrada em dezembro de 2024 e apura os crimes de peculato, lavagem de dinheiro e organização criminosa.

Na operação de 2024, os assessores dos deputados federais Carlos Jordy e Sóstenes Cavalcante já haviam sido alvos da operação Rent a Car, da Polícia Federal, que investigava uso de recursos de cotas parlamentares para pagamentos irregulares.

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