Pernambuco caminha para terminar 2025 com sinais concretos de recuperação econômica e social, resultado de uma gestão mais atenta às demandas da população. Os números mais recentes confirmam que, desde 2023, quando implementou uma política eficiente de “arrumação na casa”, o estado colhe os resultados de uma trajetória de progressos e crescimento.
Segundo dados do Ministério do Trabalho, via Novo Caged, Pernambuco gerou mais de 5 mil empregos em junho (de maneira exata, 5.179 novas vagas com carteira assinada) e se destacou com salário médio acima da média do Nordeste.
O estado encerrou o primeiro semestre de 2025 com mais de 25.366 vagas criadas e salário de admissão com crescimento real. O total de empregos gerados na atual gestão do governo do estado chega a 136.417 postos de trabalho.

Em junho, a tendência de geração de empregos para as mulheres se manteve, com 2.677 carteiras assinadas para as pernambucanas, contra 2.502 para homens. No acumulado de janeiro a junho, já são 16.956 postos de trabalho criados para as pernambucanas, o que representa 67% do total de vagas geradas no estado.
Se a geração de empregos vai bem em Pernambuco, é sinal de uma economia robusta. O estado apresentou um crescimento em 4,9% do Produto Interno Bruto (PIB) entre os meses de julho e setembro do ano passado.
A estimativa, calculada pela Agência Condepe-Fidem, no terceiro trimestre de 2024, apresentou uma variação positiva real de 4,9% quando comparada com o mesmo trimestre de 2023. Destacam-se as seguintes atividades econômicas: agropecuária (11,4%), indústria (5,3%) e serviços (3,2%).
O Plano Plurianual 2024-2027 prevê a triplicação dos investimentos públicos, acima de R$ 20 bilhões.
Junto à articulação da governadora Raquel Lyra, o estado garantiu R$ 91,9 bilhões do Novo PAC para projetos como a Transnordestina até o Porto de Suape e novas fases da Refinaria Abreu e Lima.

No primeiro semestre, Pernambuco garantiu a primeira posição no ranking do Nordeste quando o assunto é controle de despesas públicas correntes, com crescimento de apenas 2% – bem abaixo da média nacional de 11%. Essa economia, fruto do Plano de Qualidade dos Gastos, gerou R$ 420 milhões em economia, abrindo espaço para investimentos.
Infraestrutura para crescer
Programas como o Dívida Zero e o Facilita aceleraram a quitação de impostos e simplificaram processos para o setor produtivo.
Além disso, Pernambuco investe em infraestrutura estratégica: o Complexo de Suape ganhou o Techhub Hidrogênio Verde, o novo terminal de contêineres (R$ 1,6 bi), a usina de GNL (R$ 270 milhões) e, no fim de agosto, foi autorizado o início da dragagem do canal interno do Porto de Suape.
A obra ampliará a capacidade operacional do porto, permitindo a atracação de navios de grande porte e reforçando a competitividade de Pernambuco no comércio marítimo mundial.
Trabalho sério e estratégico
Na área social, Pernambuco contratou R$ 111 milhões com municípios para assistência social – 0 maior valor da história estadual. O estado também conta com nove voos internacionais diretos, ampliando a conectividade e o acesso ao mundo.

Adicionalmente, já estão contratados R$ 5 bilhões em operações de crédito com bancos nacionais e internacionais, além de R$ 35 bilhões em investimentos privados, incluindo a primeira planta de e-metanol (ou metanol verde) do Brasil e uma unidade flutuante de regaseificação no Porto de Suape.
Em setembro, a Agência Estadual de Meio Ambiente (CPRH) emitiu a Licença Prévia da fábrica de e-metanol. O empreendimento representa um investimento de R$ 2 bilhões e a geração de 1.500 empregos durante a fase de obras.
Transformação
O conjunto dos indicadores revela uma transformação concreta: Pernambuco “arrumou a casa” com responsabilidade fiscal, investiu em infraestrutura, modernizou a economia e agora colhe os primeiros frutos em forma de empregos, riqueza e dignidade para o povo.
O futuro começa a consolidar-se a partir de trabalho sério e estratégico – com retorno já perceptível na vida real de milhares de pernambucanos.
Fonte: Metrópoles



