O Código de Conduta do Banco Master, de autoria do escritório de advocacia de Viviane Barci de Moraes, que se pronunciou pela primeira vez sobre o caso apenas anteontem, é uma espécie de “Frankenstein regulatório”: mistura trechos quase literais de leis brasileiras com jargões clássicos de cartilhas de grandes bancos e fintechs.
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