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Ligado ao PCC, Beto Louco tenta delatar Alcolumbre, mas PGR rejeita

A Procuradoria-Geral da República (PGR) rejeitou, ao menos por ora, a proposta de delação premiada do empresário Roberto Augusto Leme da Silva, o Beto Louco. A existência das tratativas para a delação foi revelada pela coluna, ainda em outubro.

Inicialmente, Beto Louco negociava a delação com o MPF no Paraná. O caso foi encaminhado à PGR, em Brasília, depois que ele passou a mencionar políticos com foro privilegiado em sua proposta. Um desses políticos é o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP).

Entre outras informações, Beto Louco teria presenteado Alcolumbre com canetas de Mounjaro, conhecido como “Ozempic dos ricos”. O medicamento injetável é usado para auxiliar na perda de peso.

A coluna procurou tanto Davi Alcolumbre, por meio de sua assessoria de imprensa, quanto Beto Louco, por intermédio de seus advogados. Ainda não há resposta. O espaço segue aberto.

No dia 28 de agosto deste ano, Beto Louco foi alvo da Operação Carbono Oculto da Polícia Federal, que investiga a infiltração do Primeiro Comando da Capital (PCC) no setor de postos e combustíveis.

Segundo a coluna da jornalista Natália Portinari, no portal UOL, a PGR considerou insuficiente o material apresentado por Beto Louco. Para o órgão comandado por Paulo Gonet, o empresário não forneceu provas capazes de corroborar a narrativa apresentada na delação.

Fonte: Metrópoles

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