O esquema de fraudes no Banco Master utilizou a supervalorização de um cemitério
em Sabará (MG) para forjar um patrimônio inexistente, revela relatório da Polícia
Federal obtido pelo portal UOL. O documento, enviado ao Supremo Tribunal Federal,
detalha que o bem pertencia à VHR Empreendimentos, empresa do portfólio do fundo
Graveyard Death and Care (CARE11). Avaliado pela própria firma em R$ 181 milhões,
o terreno onde está o Cemitério Terra Santa serviu para sustentar o valor das ações do
fundo logo na fase de formação do banco, em 2016.
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Fonte: Revista Oeste



