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Goiano e filho de jornalistas, Olavo Noleto surge como nome forte para assumir ministério no governo Lula

Natural de Goiânia e filho de jornalistas, Olavo Noleto é graduado em gestão pública e construiu uma trajetória sólida dentro da administração federal, com passagens pelos governos Lula e Dilma Rousseff (PT). O perfil técnico aliado à experiência política tem colocado o goiano no centro das articulações internas do Palácio do Planalto.

O anúncio da saída da ministra Gleisi Hoffmann do comando da Secretaria de Relações Institucionais (SRI) abriu espaço para uma disputa interna no governo sobre quem deve ocupar o cargo estratégico responsável pela articulação com o Congresso Nacional. Segundo apuração do Metrópoles, um dos nomes mais bem avaliados por uma ala do PT e por integrantes do Planalto é justamente o de Olavo Noleto.

Noleto foi secretário-executivo da SRI quando Alexandre Padilha chefiava a pasta e chegou a atuar como ministro interino por um mês, em janeiro de 2025, durante o primeiro governo do presidente Lula. A avaliação dentro do Planalto é de que o goiano está entre os quadros mais experientes da área, com bom trânsito entre parlamentares, lideranças partidárias e setores da sociedade civil — características consideradas fundamentais para assumir um ministério.

Em março do ano passado, Olavo Noleto assumiu a direção do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social Sustentável, conhecido como Conselhão. O órgão, criado no primeiro mandato de Lula em 2003, foi extinto em 2019 e retomado em 2023 como espaço de diálogo entre o Executivo Federal e representantes da sociedade. Desde então, o Conselhão promove encontros que reúnem médicos, artistas, influenciadores digitais, economistas, representantes sindicais, lideranças indígenas e acadêmicos para discutir estratégias de desenvolvimento sustentável e inclusivo.

Antes disso, Noleto também foi o número dois de Alexandre Padilha na Secretaria de Relações Institucionais, reforçando sua proximidade com o núcleo político do governo. A possível indicação do goiano para um ministério é vista como um reconhecimento à sua capacidade de articulação e à experiência acumulada ao longo de diferentes gestões petistas.

Fonte: Jornal Opção

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