Após ocupar papel de destaque nas discussões climáticas globais durante a 30ª Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas (COP30), a agenda amazônica avança para o centro do debate econômico internacional.
O Banco da Amazônia participa, até 23 de janeiro, da 56ª edição do Fórum Econômico Mundial, em Davos, na Suíça, como parte de uma estratégia de continuidade das ações na Conferência do Clima, com o objetivo de apresentar soluções concretas de desenvolvimento sustentável para a região.
A atuação internacional se apoia em resultados concretos.
Somente no último ano, o Banco da Amazônia ampliou significativamente a carteira de crédito voltada a projetos sustentáveis. A instituição registrou R$ 62,8 bilhões em carteira de crédito ativa, sendo R$ 5,6 bilhões em Linhas Verdes — um aumento de 23% em relação a 2024.
Esses recursos chegam à ponta movimentando cooperativas, pequenos negócios e produtores rurais, além de gerar novas oportunidades e contribuir para a redução das desigualdades regionais.
Durante a COP30, o banco também apresentou três novos fundos de investimento ESG — sigla em inglês para os pilares ambiental, social e de governança — que, juntos, somam R$ 4 bilhões.
Nesse contexto, a presença da instituição em Davos reforça o posicionamento como agente estratégico de fomento ao desenvolvimento amazônico, ampliando o diálogo com lideranças globais dos setores público e privado.
Programação coloca a Amazônia no centro do debate global
Durante a programação do Fórum, o Banco da Amazônia participa de painel próprio e promove uma série de reuniões bilaterais com representantes de governos, organismos multilaterais, empresas globais e líderes do ecossistema de inovação, sustentabilidade e financiamento ao desenvolvimento.
Ao longo da semana, a instituição apresenta resultados e experiências acumuladas do financiamento ao desenvolvimento regional, destacando que a Amazônia é também um território de oportunidades econômicas consistentes.
A agenda leva ao Fórum temas como financiamento verde, inclusão produtiva, inovação, bioeconomia e desenvolvimento regional sustentável, além de prever o fortalecimento de parcerias estratégicas e a aproximação com centros globais de decisão econômica e financeira.
Mais do que inserir a Amazônia no debate climático, o banco se posiciona como interlocutor da região no cenário internacional, apresentando uma visão ampliada do território: a de uma Amazônia com potencial econômico estruturado, capaz de atrair investimentos responsáveis e gerar desenvolvimento a partir de soluções sustentáveis e inclusivas.
Banco da Amazônia
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Fonte: Metrópoles



